“ (…) Como qualquer fantasia tola que toda a gente sonha durante o dia acordados, seja enquanto se está atrás de uma secretária a preencher papelada durante horas a fio, ou atrás de um visor de um computador o dia todo, ou mesmo a escrever um livro de ficção sobre um museu.”
Uma noite, tão inocente como qualquer outra, torna-se num pesadelo questionável após as portas de entrada para o átrio se fecharem. E, a realidade experienciada pelos cinco visitantes é questionada a cada passo que eles tomam.
Numa noite onde todos os sentidos os enganam (antes de se esvanecerem por completo), o único pensamento que parece fazer sentido é: “ (…) Era tudo uma questão de perspetiva. No entanto, a luz ainda se comporta como luz. Mas não deve durar.”
