A Banca Portuense no Séc. XIX - O Porto e Seus Bancos

António Coelho Ferreira

António Coelho Ferreira

“A Banca Portuense no Séc. XIX – o Porto e seus Bancos” representa o renascer dum tema tratado em Tese de Licenciatura do autor, em 1970.

Naturalmente, seu surgimento tem uma adequada razão de ser – a manifestação expressa em Obras de referência de muito notáveis autores, Professores contemporâneos, da falta de um trabalho de investigação específica sobre a atividade bancária no Porto, no século XIX.

Então, o Porto teve, efetivamente, os seus Bancos – cinco deles emitiam notas, para a região da Praça do Porto, “à semelhança” do Banco de Portugal, em 1870, para a Praça de Lisboa.

Muito para além duma exposição específica e descritiva, pretendeu-se salientar a sua influência, como alavancas económicas, na evolução dos negócios e das indústrias e do nível de vida, na Região, durante o período, realçando a envolvência social e política, passo a passo.

Interiormente não está ausente a vontade de contribuir para o melhor e mais fácil conhecimento da vida desse século, social e politicamente, na Cidade do Porto, vulgarmente considerada confusa.

Como a 1.ª Instituição Bancária – o Banco de Lisboa – só se instalou na Cidade em 1825; e o primeiro “Banco do Porto” – o Comercial do Porto- só em 1835, é de considerar que, antes, se viveu um ambiente económico muito diverso.

Na “Banca Portuense no Séc. XIX – o Porto e seus Bancos” pôs-se um esforço para integrar esses novos instrumentos de crédito no ambiente social, económico e político da época em estudo. Foi mesmo este aspeto da vivência dos portuenses na sua Cidade que mais preocupou o autor. As fontes são, porém, de muito difícil acesso para o investigador anónimo. Nem serão abundantes.

Clara exceção é a “abertura” do Arquivo e Biblioteca do Banco de Portugal.

Sirva este despretensioso trabalho para posteriores investigações profícuas.

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