Miguel de Figueiredo nasceu rodeado de verde, música e mar.

Viveu com cassetes e vinis de imensos estilos, de várias épocas de muitas músicas espalhados pela casa. 

Cresceu com livros, muitos livros, imensos livros em cada prateleira, em cada espaço disponível.

Quando teve tamanho para tal fez da bicicleta o seu avião e com ela explorou os mais longínquos recantos do seu mundo pessoal.

E quando mais tarde lhe foi possível, encheu uma mochila de sonhos e expectativas e partiu à aventura. Voltou. Mas nunca mais regressou.

Vive hoje como um pendulo humano: ora cá, ora fora e é nesse balouçar da sua vida que vai coleccionando sorrisos, paixões, lágrimas, tristezas e historias.

Esta é a primeira que decide colocar em papel.

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