Era de manejo raso com as palavras. Não dispunha de maturidade lírica para compor sagaranas macunaímas tampouco construir romanceiros cantando a condição irretratável de seu país. A Inconfidência brasileira. Pudesse, existiria dentro de si com todas as dores e inconsistências da racionalidade e não sairia. Dia menos ou mais explodiria como parágrafo dentro das normas formais de menstruação de versos e concluiria que todas as praias luas saudades quadras eixos e intervalos da música de bom sujeito – que não é doente do pé –, dispõem da tal da licença tão povoada na literatura que de tanto existir quase deixa de ser poética; as palavras. Portanto gostava delas. Por mais tantos cuidava. Queria querer de um ou outro querer sem sofrer do descompasso métrico que tem a distância América do Sul do seu argumento. Mas o que tinha escrito lia em Baco vivia no samba concluía nos intervalos confirmava nas esquinas nos ventos e nas giras. Apreciava o eu lírico feminino. Vezes dia versus noite. Depois de pretéritos em que foi internacionalista, presentemente se lança em breves letras formatadas entre páginas. Seu tempo então faz e desfaz verbos com pouco critério formal e muito sentimento. Em partido alto.