Eduardo Batista viveu vários anos no Zimbabwe (ex-Rodésia) e na África do Sul, onde começou a escrever. Os pais são da Beira Baixa, terra da boa gente e dos bons costumes. O meu pai foi polícia durante muitos anos; foi sempre carinhoso, um patriarca determinado e muito disciplinador e a minha mãe foi um torrão de açúcar, sem deixar de ser imperante no que concerne à moral e à educação cívica.

Nesta obra o autor oferece-nos um realismo deveras impressionante e o detalhe e a autenticidade que dá à ação complementam a intensidade de cada momento. O leitor irá também encontrar a vileza despida de pudor, atrevida e infame, mas também verá a paixão acudir quem da vida se despedia, triste e sem remédio.

A FIDALGA é um drama que emociona e não deixará de encantar o leitor.

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