Diogo Alexandre, nasceu em Setúbal, no primeiro inverno do ano dois mil.

Foi a partir do seu primeiro contacto literário com “um livro de crescidos”, com doze anos, quando leu pela primeira vez (de muitas que vieram entretanto) o livro Por Quem os Sinos Dobram, de Ernest Hemmingway, que começou a transferir os seus sentimentos e experiências, assim como toda a sua força revolucionária, para palavras.

Ativista desde o início da sua adolescência, ficará para sempre uma voz ativa na luta pelos Direitos Humanos, nas lutas estudantis e na luta pela concretização do que muitos consideram uma utopia.

Aos 18 anos lança este seu primeiro livro - Dor, Amor, Utopia e Revolução, onde pretende quebrar com os pensamentos de uma geração que não entende o amor ou a revolução e que se recusa a mudar ou a reivindicar mudanças.

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