Maurício Meireles

É um apaixonado pelo continente africano.

Natural de Moçambique, país onde viveu os anos da sua tenra juventude, numa época conturbada, num misto de gritos de liberdade e de clima de guerra e de ódios, mas que, ainda assim, moldaram a sua personalidade e forma de ver o mundo.

Ligado profissionalmente à área técnica e da qualidade no seu dia a dia, há muitos anos, não faz o que gosta, mas vai gostando do que faz.

Há cerca de duas mãos cheias de anos começou a escrever para dissipar fantasmas no emprego.

Os fantasmas foram-se, mas ficou o bichinho. Bichinho esse, que ganhou asas e se foi aperfeiçoando e movendo-se em vários registos, tais como: a poesia; conto; romance; romance histórico e até literatura infantil.

Gosta de ilustrar as capas dos seus trabalhos e os marcadores.

Certas obras abraçam o conceito de referir as canções, que, no enredo, são ouvidas pelos personagens.

Vê-se como um contador de histórias sem qualquer pretensão a que, algum dia, lhe chamem escritor.

Acredita que as palavras escritas se podem transformar em luz. Para isso, não devem ficar fechadas numa gaveta ou num disco rígido de um computador.

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