Carolina Rodrigues tem 20 anos, com dupla nacionalidade portuguesa e angolana. A maior parte da sua vida viveu em Portugal, tendo passado 5 anos em Angola dos 11 aos 16 anos onde ocorreram uma série de acontecimentos e experiências que potenciaram o uso da escrita como um escape. Desde pequena que adora escrever e desenhar, tendo nesta coletânea de contos combinado ambos estes interesses. De momento está inscrita no 3º ano do curso de Medicina na Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior, ainda se dedicando aos seus hobbies de escrita e pintura.
Este é o seu primeiro livro, iniciado em âmbito escolar durante o seu 10º ano, na altura com apenas 4 contos e tendo como objetivo explorar tópicos e problemas relacionados com a criação de identidade na escrita.
No entanto, após a conclusão deste trabalho, a autora decidiu continuar a adicionar mais textos e dedicar-se ao projeto, tornando este muito mais íntimo e utilizando muitas vezes como base experiências próprias e de pessoas próximas. Nesta altura o âmbito do projeto sofreu uma mudança, tornando-se mais sobre criar algo com que uma variedade de pessoas diferentes se pudesse relacionare de alguma forma criar empatia, demonstrando que todos passamos por maus momentos. A coletânea explora diferentes formatos de contos, como por exemplo conversas de telefone ou cartas, de forma a expandir mais ainda não só a audiência, mas também a noção de que todos estes problemas se podem manifestar de formas e maneiras diferentes.
Em conclusão o objetivo deste livro é transmitir ao leitor que nos momentos em que o sol não brilha, em que tudo parece perdido, ninguém está sozinho nas suas batalhas.