Teresa do Amparo Ferreira nasceu em Torre de Dona Chama, Mirandela, Portugal, em 1967. Exerce funções de Técnica Superior Especia­lista em Estatística no INE – Instituto Nacional de Estatística, IP, em Lisboa, desde 1991. Dá à luz poesia, contos, romance, cartas e crónicas que lhe brotam da imaginação ou de histórias que vai ouvindo.

Com quase sete anos, vê, pela primeira vez, a cidade luz – Paris –, onde os pais residiam por questões de trabalho. O enorme salto entre a pequena terra encaixada no Nordeste Trans­montano, onde vivia com o irmão, e este mun­do novo, alimentava-lhe o espírito inquieto e tudo vivia e aproveitava com enorme prazer. As férias escolares eram passadas em Paris, junto dos pais. Cedo viu o primeiro computa­dor, mal sabia que seria por aí a sua formação académica, em Informática de Gestão, em Lis­boa, em 1991.

No seu percurso de vida, houve lugar à do­cência, numa Escola Secundária de Sintra, de 1989 a 1991, funções que, com esforço, con­seguia conciliar com as tarefas de estudante universitária.

O gosto pela escrita manifestou-se cedo. En­trou no ensino básico a saber ler, escrever e fazer cálculos, tudo devido à sua imensa curio­sidade em aprender coisas novas. Desde os primeiros anos de escola, manteve um ritual semanal de escrever cartas aos pais enquanto estes viviam emigrados em Paris. Nessas lon­gas cartas, a que dava largas à composição, fa­zia relatos de tudo quanto se passava durante a semana.

Por timidez, manteve este prazer de escrever restrito à família, até que, impulsionada por vá­rios amigos e familiares, ousou começar a pu­blicar pequenos textos e poesias no Facebook.Atualmente, tem dois livros de poesia publi­cados em papel e e-book, pela Editora Chiado Books; e mais nove obras que aguardam uma boa hora para entrarem na editora nas vertentes de poesia, conto, romance e crónica, que vai publicando em jornais. Os textos escritos oscilam entre Lisboa, onde vive, e a sua terra natal – Torre de Dona Cha­ma, Mirandela –, tendo uma vertente telúrica vibrante e bem vincada, assim como a necessi­dade do mar pela placidez que lhe aporta. Sem­pre que se sente sem energia, ruma à terra natal para sorver a seiva que lhe refloresce a alma. A mescla entre as ciências: matemática, infor­mática, estatística e saúde, tornaram-na numa especialista em ciência de dados que aplica na área da saúde. A simbiose entre a escrita e a ciência de dados, sendo uma relação improvável, fortalece-a e torna-a diferente.

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