Júlio Borja nasceu no Monte Estoril em Maio de 1957, embora hoje seja capaz de jurar a pés juntos que foi há muito menos tempo, palavra.
Estudou, sucessivamente, no Liceu de Oeiras, no British Council, na Universidade Autónoma de Lisboa (onde se licenciou em Línguas e Literaturas Modernas e, posteriormente, leccionou) e na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde concluiu Mestrado em Estudos Anglísticos. Profissionalmente é docente no Ensino Superior e desenvolve actividade na área de natação de competição.
As referências dominantes da sua vida têm sido os pais, os amigos, as paixões, as leituras e a escrita; as férias da adolescência na Praia das Maçãs, e a vida em Lisboa e na Linha de Cascais; o mundo da natação de competição, enquanto treinador, e o do surf, enquanto praticante e cronista-humorista; a cultura britânica, em geral (e o Rock Progressivo, os períodos Medieval, Tudor e Romântico, a pintura Pré-Rafaelita e os contos de Virginia Woolf, em particular); a música Blues, enquanto ouvinte e executante; o humor (dos melhores períodos) de Francisco Ibañez, Herman José, José Vilhena e das “Britcom”; e a ideia peregrina de que ainda poderá fazer sentido, no mundo de hoje, um homem reger-se pela cartilha do “oficial e cavalheiro”.
É inflexível na crença feroz de que Dark Side of the Moon é o melhor álbum da história do Rock.
Presentemente, divide a sua vida entre Lisboa e o Algarve, mas sempre que possível vai ver as ondas rolarem pela baía dentro na sua Praia de S. Pedro do Estoril.