Filho orgulhoso dos anos 80, gosta de tratar a arte por tu — coisa que faz desde que tem memória. 

O desenho foi cedo uma paixão, assim como a música, a leitura, a fotografia e a culinária. 

Em pequeno, teve uma dieta muito saudável e variada, com grandes colheradas de Beatles, Queen e generosas garfadas de Magritte e Escher.

Sempre leu enquanto deambulava pelas ruas do Porto e orgulha-se de nunca ter pisado qualquer objeto ou pessoa durante o árduo processo. 

A escrita foi sempre associada à música, estando presente em poemas e letras de canções compostas ao longo dos anos. 

Só recentemente o desafio dos parágrafos e capítulos apareceu, em jeito de chamamento tardio.

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