Isabel Ferraz é professora coordenadora de enfermagem, com quarenta e dois anos de dedicação ao cuidar – dos outros, dos seus e dos estudantes que aprendeu a guiar com o mesmo respeito pela fragilidade humana.

Na sua trajetória, o cuidado foi sempre mais do que profissão: foi forma de estar no mundo, gesto ético e expressão de amor.

A escrita surge como continuação desse cuidar, um espaço onde o silêncio, a compaixão e a esperança se tornam palavra.

Em Perguntas Que Deixei Ao Vento, Isabel transforma a experiência de vida em contemplação poética, procurando no diálogo entre o visível e o invisível um sentido maior para o existir.

Crê que cada poema é um ato de escuta e cada verso um gesto de cuidado.

Porque escrever, como cuidar, é também uma forma de amar.

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