Agostinho Monteiro

Agostinho José Piúça Monteiro nasceu em Alcochete, a 29 de abril de 1958, na casa dos avós maternos, situada no número 38 da então rua D. Manuel I (hoje Dr. Ciprião de Figueiredo), não muito longe das casas onde ocorreu a maioria dos acontecimentos estoriados neste livro.

Ainda em Alcochete, faz o primeiro e o segundo (Telescola) ciclos do ensino básico, nos quais teve a oportunidade de ter como mestres as professoras D. Maria das Dores, D. Adelaide e D. Maria José e os professores Nunes e Leite da Cunha.

Parte, depois, para a Escola Industrial e Comercial do Montijo, onde termina o Curso Geral de Administração e Comércio, após o que segue para o Liceu de Setúbal, onde conclui a alínea de humanidades do Curso Complementar dos Liceus. Segue-se um ano de serviço Cívico, em que continua a dar aulas de alfabetização na escola Conde Ferreira, em Alcochete, à semelhança do que fizera no ano anterior.

Ingressa, um ano mais tarde, no Curso de Filologia Românica da Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa. Após o bacharelato, começa a dar aulas de português e francês, na Escola Secundária dos Olivais (hoje Secundária Eça de Queirós), ao mesmo tempo que termina a licenciatura. Da faculdade, recorda como mestres a saudosa Teresa Coelho Lopes, assim como Carla Scotti Campos, Lurdes Ferraz, Flora Larson, Ivo de Castro e Pedro Ferré.

Após sete anos na escola secundária anteriormente referida (durante um dos quais é professor destacado em França, como assistente de português num liceu e num Collège de Auxerre), dá, durante três anos, aulas na Escola Secundária da Baixa da Banheira, sendo, desde há vinte e seis anos, professor (atualmente apenas de português do ensino secundário) no agora Agrupamento de Escolas Augusto Cabrita, onde está igualmente envolvido num projeto de oficina de escrita com os quarto e quinto anos.

Entretanto, tem feito alguns trabalhos de revisão de texto, bem como de tradução e interpretação de e para as línguas italiana e francesa. Durante dois anos, lecionou igualmente italiano, na UTIB do Barreiro, experiência que considera deveras gratificante.

Vivendo e trabalhando no Barreiro, sente-se sobretudo bem em família ou entre os amigos que o rodeiam, quer em Alcochete, onde passa muitos dos seus fins de semana, quer em Vila Verde (Seia), na Serra da Estrela, aldeia que adotou e que o adotou há cerca de dezena e meia de anos.

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