A resignação, a impotência e a inocência refletidas em três gerações de mulheres – a sacerdotisa, a rapariga e a menina. O amadurecimento na clausura, a amargura nas palavras atiradas ao vazio e a pura meninice. Cada condição a seu tempo, numa revolta consentida e embargada por uma solidão que não se escolhe. É imposta.
Surpreendentemente, em todas elas, a bipolaridade dos seus dias vagueia com o traquejo de um Eu, também ele solitário.
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