Na Embriaguez dos Dias

Elena de Oliveira David

Elena de Oliveira David

Elena de Oliveira David em Na Embriaguez dos Dias acompanha-nos em visista à vida quotidiana.

Não como o dia a dia em sua superfície, mas pela diversidade tensa de promessa, sofrimento ou euforia.

O quotidiano desenha-se em cidades, subúrbios, fontes de dom e troca, esculturas de amor e afetos, marés de movimentos sociais, mares de medo e hinos de primavera.

O quotidiano é, no real concreto, uma manta tecida de história, cultura, presente e emergência de sinais inovadores que despertam a alegria de vir abraçado à vida.

O quotidiano sendo o que se olha é sobretudo o que se escuta e se reaprende pelo arco-íris da palavra que alumia os rostos.

Em rutura com o chamado destino, a autora convoca-nos por Raiz e Terra para os valores da dignidade e cidadania companheira sem fronteiras.

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