“ (…) não pense o leitor que vai entrar num romance filosófico. Muito ao contrário, espere uma história de amores e de ódios, de aventuras, de gestos nobres e de palavras admiráveis. O público que concedeu o seu apreço ao primeiro romance de Eurico Costa tem agora a possibilidade de rever a vitória da bondade, da honestidade, da moderação, da simplicidade e talvez da modéstia. A salvação não está na supressão dos sentidos, mas no legítimo exercício permitido pelo amor verdadeiro e consequente.”
Excerto do Prefácio de Nuno Rosmaninho
"A obra é de uma riqueza notável em pormenores, descrições e enredo. Tem a capacidade de fazer viajar o leitor, transportando-o para outras regiões da Europa, outra época e dentro do seio íntimo de algumas famílias."
C. F.
“O regresso de uma escrita. Uma escrita de regresso. A Coimbra, a S. Miguel, à Nação Portuguesa. À consciência que cada um tem sobre os seus próprios valores…”
Guilherme Alvarez
