«Não vale a pena», disse a voz atrás de mim, e estas palavras encheram-me de uma ira feroz. De imediato a sombra disforme se transformou num gigantesco cão preto, com os olhos injetados de sangue, salivando e rosnando de raiva contra mim. «Não vale a pena», voltei a ouvir. Nesse momento encarei o jovem, crivando-lhe a espingarda no peito. Ele limitou-se a roçar ao de leve o machado na espingarda, que se desfez num punhado de cinza. «Não vale a pena continuares a procurar», disse o jovem, «Ou a fugir», acrescentou a mulher, «A morte está dentro de nós», concluiu o velho.
