No percurso de três conjuntos de poemas, o autor fala de Portugal, fala dela, e fala dele. Em Palavras Submersas, Francisco Roquette compartilha, como diria Almada Negreiros, o resultado consciente da sua própria experiência, através de um estilo de poesia de verso livre e pungente que nos revela um mosaico de temas tão pessoais como contemporâneos.
