Na escrita me perco, na escrita me encontro. Não sou poeta e de poesia nada sei. Apenas escrevo. Escrevo sentires; os meus sentires. Os mais profundos e os mais passageiros. Alguns já esquecidos; outros vivos em mim. Deambulo pelos caminhos das minhas emoções, dos meus pensamentos, das minhas dores. Cruzo vivências duras, sofridas, amargas até. e continuo… Percorrendo a estrada da vida. Deixando correr a tinta qual sangue das feridas cicatrizadas ou por cicatrizar. Aqui e acolá planto as sementes da esperança, da alegria e da felicidade que está ali…tão perto…mas que custa alcançar… Desenho sonhos: os que não tenho e os que ouso ter. E, de mim nada sei dizer, apenas sei que sou o que sou e o que sinto ser.
