Alguns políticos do mundo
São como os encantadores de serpentes,
Iludem os homens com músicas encantatórias
Para que votem neles
Esquecendo-se que o veneno mortal,
Já está no bisel da flauta que tocam
E a música, mais não é, do que a forma
De cavarem a própria sepultura,
Que como instrumento de controlo remoto,
Será accionado, logo que o povo não
suporte mais as privações,
Ou veja os seus filhos chorarem com fome.
