Todo o advento constrói o seu espaço e todo o regresso faz desse espaço a conjugação desejada.
Como um “clarão que sobe no ar”. Só assim é possível “conjugar o verbo amar”.
É neste fôlego, por vezes atormentado, que a poesia de Jorge Nunes Pereira escava os seus dons, os seus excessos e as suas faúlhas ao vento.
