“...É uma corda invisível à distância mas flexível e resistente como a de um equilibrista e ando por cima dela desde que nasci.
Encontrei-te a ti e quando as luzes se apagam a corda deixa de existir. O sonho e a realidade são um só. E depois a equilibrista deixa-se cair e são só uns braços que a enlaçam pelo pescoço. É assim que vejo e acontecem as coisas. Não poderei enterrar mais nada.”
