TEMPO dessa coisa a que chamam amar

Diogo Cardona

Diogo Cardona

 O passado recordamos. O futuro desconhecemos.

Mas no presente... no presente podemos sentir. Podemos gostar. Talvez amar e ser amados.

Mas precisamos de tempo. Que existe, mas tantas vezes é desaprovei­tado. Que pode ser nosso aliado e não adversário. Que está sempre a contar, mesmo quando não lhe ligamos.

Foi assim com João. É assim com muitos de nós. Tendemos a não ter TEMPO para essa coisa a que chamam amar.

"Agora, é tempo de ter tempo. Sem volta a dar. De acreditar que dizer que se ama é apenas um passo e não, por si só, uma intenção."

"Não por medo de perder, ou que o tempo nos fuja, mas porque é ali que queremos estar." Com aquela família, com aquela amizade. Com um homem ou uma mulher. Com uma religião ou sendo ateu.

Porque se não o fizermos, mais cedo ou mais tarde, a vida encarrega­-se de nos parar e relembrar que fomos feitos para amar.

 

( texto adaptado para teatro )

Utilizamos cookies próprios e de terceiros para lhe oferecer uma melhor experiência e serviço.
Para saber que cookies usamos e como os desativar, leia a política de cookies. Ao ignorar ou fechar esta mensagem, e exceto se tiver desativado as cookies, está a concordar com o seu uso neste dispositivo.