Era uma vez um duende.
Rosa, de orelhas grandes, pontiagudas e fartos cabelos negros.
Vivia ali no seu canto.
Escondido e resguardado da sonora e desconcertante barafunda dos humanos.
Até que um dia, por impulso e no improviso de uma brincadeira, o abandona.
É o início de um percurso que o conduz, passo a passo, ao rasgar dos medos.
Que o detinham confinado.
Naquele canto e de si mesmo.
Onde descorava num atrofio de vida.
Mais que um conto este Duende é um convite.
Um convite para dançar a melodia da vida.
Vens?
