Vejo o mundo quando me olho ao espelho.
Sem narcisismos, vejo mal, vejo o bem.
A escrita para além do movimento corporal que me dá substância para alma se nutrir serve de exploração entre mares que só passam de elos entre fronteiras que no meu livro nunca existiram.
Mulher, ocidental, desbocada e pouco formal, creio na subjeção e nas críticas que vangloriam a sujidade da matéria universal onde todos temos o direito de sonhar. O livro é pago, o ser não. Este é o meu primeiro livro.
