Jozelino Rosa
Jozelino Rosa é um escritor que cresceu entre Luanda e Albufeira Com formação na área de Gestão Administrativa, Jozelino descobriu a paixão pela poesia aos 16 anos e desde então tem se dedicado à escrita criativa e à poesia. Está é a sua primeira obra literária, que a muito tempo queria compartilhar com as pessoas. O escritor tem como objectivo com a sua obra que o seu leitor, viaje nas rimas, imagine os cenários, mas acima de tudo que se alegre e que tire uma lição em cada tema apresentado. Apaixonado por histórias que exploram as complexidades das relações humanas, Jozelino encontra inspiração em sua vivência e nas experiências de outros que observa ao seu redor. Além de escritor, ele trabalha na área de prevenção de branqueamento de capitais e de financiamento ao terrorismo, bancário de profissão.
Amanda Alves
Jornalista de formação, amante da vida de paixão, Amanda Alves é uma escritora com mestrado em jornalismo de investigação. Nasceu no Brasil mas vive em Portugal desde os 6 anos de idade. Já viveu em diferentes países, tendo sido editora e jornalista. Atualmente atua como escritora e tradutora de livros. Apaixonada pela vida, pelo mar e por livros, traz, através das suas vivências, uma história em forma de crônicas numa linguagem muito própria e profunda. Vive no Algarve com sua filha e seus cães.
Sandro Lima
Sandro, um jovem que sempre sonhou em se transformar num belo escritor. Desde pequeno sempre se fascinou com livros e filmes, no geral, tudo o que envolva a arte do teatro e cinema. E então decidiu criar suas histórias em algo real.
Luna Dusktreader
A Carolina é uma jovem de 18 anos, cuja paixão pela escrita tem sido uma constante na sua vida. Desde pequena, ela encontrou nas palavras uma forma de expressão e um refúgio criativo. Crescendo, a Carolina desenvolveu o seu talento em várias formas de escrita, desde contos e poesias até artigos e crónicas.
A escrita não é apenas um hobby para a Carolina; é uma parte essencial de quem ela é. Ela sonha em seguir carreira como escritora profissional, dedicando-se a criar obras que inspirem e toquem os corações dos leitores. A Carolina vê na escrita uma maneira de explorar o mundo e as complexidades da experiência humana, acreditando firmemente no poder das palavras para transformar realidades e conectar pessoas.
Filipa Ribeiro Fernandes
A Filipa Fernandes é uma jovem que vive na sua própria sensibilidade; sonhadora, criativa e resiliente. É alguém que ama a sua família incondicionalmente e que cuida das suas amizades como se de família se tratassem. Nasceu, dia 6 de fevereiro de 2005, na cidade que significa tanto para ela, o Porto, ou como lhe chama deste pequena, "o seu Porto". O seu percurso escolar foi traçado, desde os três aos dezoito anos de idade, naquela que considera ser a sua segunda casa, o Colégio Efanor, onde teve espaço para se tornar na pessoa que é hoje. Entrou na faculdade com que sonha desde pequena, a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, onde tem aprendido a diferença entre estudar Medicina e ser Medicina.
No entanto, sente-se completa quando conjuga este lado da sua vida com outras paixões, como a escrita e a fotografia. Se há algo que a Filipa leva sempre consigo é um lápis para escrever e a câmara que lhe permite reparar em pormenores que muitas vezes escapam e eternizar algumas das suas memórias favoritas.
A escrita para ela é mais do que sobrepor frases e versos, é dar-lhes voz. É uma forma de expressão de quem gosta de colecionar palavras e dar-lhes forma.
Patrícia Faria
Nasceu em 1989 em Leiria. Licenciada em Marketing, é mãe e empreendedora. Sabe o que é dar valor à vida e trabalha desde a adolescência. É uma mulher polivalente e de sorriso fácil. Lê muito e escreve poemas desde sempre! Apaixonada pela dança, viagens, animais e pelo mundo das artes, faz das letras uma múltipla aventura e assim brinda à beleza da vida.
Rita Ferreira
Rita A. Ferreira é uma escritora apaixonada por unir histórias e experiências de superação. Apesar de ter seguido o seu próprio percurso na área da nutrição, a autora encontrou na escrita uma forma de dar vida às histórias que celebram a resiliência.
O seu livro Laços de Resiliência: Uma Caminhada Entre Duas Vidas é uma expressão vívida da caminhada humana perante as adversidades. Através da perspetiva de personagens profundamente desenvolvidos, Rita tece uma narrativa de coragem, força e redenção.
Na presente obra, ela mergulha em questões profundas sobre como os laços humanos, apesar das provações, podem ser um alicerce crucial na caminhada de superação.
Com uma habilidade singular para capturar a complexidade emocional, Rita guia os leitores através de um percurso emocionante, onde a resiliência se entrelaça com a redescoberta do propósito e da esperança. A sua narrativa envolvente e repleta de nuances oferece uma visão única da determinação humana perante as circunstâncias mais desafiantes.
Belmiro Barbosa
Belmiro Barbosa nasceu em Penafiel em 1957, trabalha na Câmara Municipal do Porto desde 1978, atualmente no departamento de entretenimento como encarregado geral, completou o ensino secundário como trabalhador estudante. Publicou dois livros de poesia pela chiado editora “Só outro sentimento vale mais do que um sentimento” 2010 e “Só cem sonetos” 2012.
André Carreira de Figueiredo
André Carreira de Figueiredo é um autodidata nascido num berço de Prata Lei numa noite de Setembro de 1975, quando "FAME" de David Bowie incendiava o éter.
Filho de um empresário (e de uma bancária) e irmão de uma cientista (que lhe escolheu o nome), teve na sua infância a oportunidade de conviver com alguns artistas famosos, tais como pintores, escultores, escritores, agentes literários, cozinheiros e fotógrafos. Desde cedo foi diferente das outras crianças, a mãe oferecia-lhe bolas de futebol, mas ele preferia arrastar a mãe para dentro de todas as livrarias que encontrava entre a Baixa Pombalina e Cascais. A sua predilecção eram livros sobre história. Com apenas 5 anos aprendeu sozinho em casa a falar Inglês.
Entrou para o sistema de ensino com apenas 3 anos, e a dada altura, algumas professoras queriam-no a estudar com alunos 3 anos mais velhos. Era insuportavelmente irrequieto, insaciavelmente curioso e extremamente inquisitivo, o que lhe valia expulsões por "desestabilização". Até que uma psicóloga, após o submeter a testes, trouxe-o de volta à sala de aula, e explicou à professora que o problema era ela e não o André. Brilhava em algumas disciplinas mas era irremediavelmente medíocre noutras. Antes dos 10 já citava frases de filósofos existencialistas franceses. A maioria dos seus amigos tinham idade para ser seu Pai ou Avô, e gostava especialmente de médicos.
No secundário continuou a sobressair em 4 ou 5 disciplinas, mas em vez de incentivado, começou a ser criticado de forma inapropriada, a ser questionado de uma forma “insidiosa”, e pela primeira vez, começou a chumbar de ano, por não ser bom aluno em trabalhos manuais, em geografia e em outras matérias que ele encarava como “supérfluas”.
Respondia frontalmente e de forma objectiva às críticas dos professores que lhe apontavam defeitos, e corrigia as professoras quando se equivocavam na matéria. Eventualmente, começou a sentir-se angustiado e mal-vindo entre as figuras de autoridade, começou a faltar às aulas, optando antes por se refugiar nas bibliotecas dos colégios ou a dar passeios contemplativos por entre o arvoredo.
Após demasiadas reprimendas vindas de professores com pouca capacidade psicopedagógica, com apenas 16 anos tomou a decisão de abandonar o sistema de ensino e ir antes dedicar-se ao auto-estudo em todas as bibliotecas que encontrou entre as Galveias e o Lumiar. Os seus interesses passavam por História, Filosofia, Psicologia, Linguísticas, Fisiologia Humana, Xadrez, Ciências da Comunicação, Educação Física, Nutrição e Teologia.
Exerceu mais profissões do que Jack Kerouac, até que em 1998, um editor de San Francisco lhe disse que tinha um talento inato para o jornalismo. Serviu esse imeritocrático ofício durante mais de 24 anos, até sentir que já era uma "tela" demasiado pequena e constrictiva para as suas expansivas ambições literárias. Começou a escrever 6 horas por dia nas sombras, e eventualmente contactou uma editora em busca de "temporadas ao sol". O resto... depende de quem estas linhas estiver a ler.
João Brites
João Miguel Inocêncio Brites nasceu em Viseu e tem atualmente 20 anos. É licenciado em Engenharia Física pela Universidade do Porto, instituição na qual se encontra presentemente a realizar mestrado, também em Engenharia Física. Apesar da sua formação na área das ciências, nunca deixou de parte a literatura: sempre leu e gostou de ler, e, mais recentemente, após estudar as obras poéticas de autores portugueses como Fernando Pessoa, de escrever. Embora a sua área predileta seja a poesia, não exclui a possibilidade de futuramente publicar obras em prosa. Este é o seu primeiro livro.”
Haida Farias
Haida Farias nascida em França em 1967 de pais emigrantes, regressou a Portugal com 12 anos.
É uma escritora portuguesa, com uma imaginação acelerada, Haida passa o tempo livre a ler e a escrever, o seu sonho é visitar todos os locais sobre os quais escreve.
Depois de anos a consumir romances, deu finalmente o salto e decidiu escrever os seus.
Carlos Fontaine
Carlos Alberto Pereira dos Santos, nascido a 11 de outubro de 1955, natural da Castanheira, distrito da Guarda. Aí residiu e estudou até aos 17 anos.
Após algumas aventuras pela Europa, aos 19 anos decidiu instalar-se em França tendo trabalhado em várias áreas como artesão independente. Aos 40 anos a sua vida mudou radicalmente, sendo obrigado a pôr em prática os seus dons de nascimento, o que deu origem à escrita deste livro em francês e editado em França em 2019 e posteriormente traduzido para espanhol e editado também em Espanha.
Simão Duarte
Simão Duarte, que sou eu mesmo e que não estou habituado a escrever na terceira pessoa, nasceu num hospital, a 11 de Setembro de 2003. Reside na freguesia do Burgo, concelho de Arouca. Desde cedo se interessou pela leitura. Mais recentemente adquiriu gosto pela escrita humorística, tendo como grande referência Ricardo Araújo Pereira. Atualmente está prestes a concluir o curso de Comunicação Social. Publicou, em 2021, a sua primeira obra humorística, intitulada «Rir é o melhor remédio e não está sujeito a receita médica», com chancela da editora Cordel d’Prata.
David Morgado Cameirão
Vindo de uma pequena cidade Reguengos de Monsaraz, nasceu dia 30 de dezembro de 1996, sempre virado para as artes finalizou o ensino secundário no curso profissional de artes do espetáculo/ interpretação (escola secundária André de Gouveia), no seu percurso ainda finalizou o curso de produção e criação musical ( ETIC) e atualmente está a frequentar a licenciatura no curso de música em musicologia ( universidade de Évora).
Com o seu gosto na música tendo sempre a guitarra ao seu lado, a poesia tem vindo a crescer no seu gosto pessoal ajudando nas suas composições e partilhando os seu pensamentos.
Leonor Simões
Leonor Simões, de 22 anos, nascida na Margem Sul, mais concretamente Barreiro, residente há 10 anos no Porto, com gosto pelas artes, pela leitura, pelo mitológico, decidiu aos 21 anos escrever o seu primeiro livro, uma junção de pensamentos e desabafos.
Teresa Guerreiro
Gestora de Projetos de Comunicação, nascida em Lisboa, a 9 de Abril de 1976, filha de Carlos Guerreiro e de Josefina Guerreiro, irmã mais velha de João Guerreiro e mãe de 5 filhos, Beatriz; Mariana; António; Rodrigo e Leonor, casada com Luís Guerreiro Sabino, um Sargento da Marinha de Guerra Portuguesa, por quem se apaixonou.
Teresa, amante de literatura, embarca, numa nova aventura, escreve o seu primeiro livro, um testemunho e um documento histórico, um Tributo ao Povo de São Tomé e Príncipe.
Paula Perleques
Paula Perleques nasceu a 7 de agosto de 1980, na freguesia de Veiros.
Vive em Estremoz, com o marido e as filhas.
Concluiu os estudos em formações para adultos, com os cursos de serviço de andares emHotelaria e Cozinha/Pastelaria, mas a sua grande paixão é a escrita.
Ana Maria Sousa
Ana Maria Martins C. Sousa, nascida em Paris a 29 de Outubro de 1969, tendo um bacharelato em educação pré-escolar, exerce neste momento a profissão de assistente técnica no Pólo Museológico da Água em Querença, pequena aldeia do concelho de Loulé. Reside neste mesmo concelho com o seu marido numa aldeia vizinha que tem por nome Benafim. Desde muito cedo a leitura faz parte da sua vida e constitui para ela uma terapia e uma libertação. A escrita aparece como uma ferramenta para divulgar as suas ideias e pensamentos filosóficos.
Ângela Pinto
Ângela Pinto nascida em 2000, Setúbal, lê e escreve contos desde que aprendeu a ler.
O seu percurso de leitura surgiu nos seus últimos anos de ensino primário, após a leitura de “Eragon” do autor Cristopher Paolini, que a iniciou na literatura fantástica.
Licenciou-se em Design de Equipamento, Minor em Desenho Digital e ConceptArt (FBAUL).
Participou em várias edições do Concurso Nacional de Leitura.
Estreia-se como escritora em 2024, com o seu 1º livro “Nas Sombras”, apesar de, ao longo da sua vida, ter escrito muitos outros contos.