Filha de Woodstock

Luiza Ten

Luiza Ten

“Conhece a máxima “Quanto mais loucos os pais mais caretas serão os filhos”? Acho que ela se aplica a mim. Quem diria que a junção de uma artista plástica hippie com um fã de Frank Zappa e rock progressivo daria em mim: uma nerd devoradora de livros com Transtorno Obsessivo-Compulsivo e uma timidez patológica? Meus pais me criaram de uma maneira que se alguém me chamar de doida eu sou capaz de responder “Muito obrigada!” pois doideira não é defeito, é uma benção.”

Lana escreve diários desde os 10 anos de idade e um dia decide relê-los. Mais madura e já na faculdade, ela relembra as dificuldades financeiras dos pais, as brigas, os momentos felizes, o bullying que sofreu, as paixões platônicas e o florescer de duas grandes companheiras de sua vida: o Transtorno Obsessivo-Compulsivo e a Síndrome do Pânico. Ela vê novamente os momentos de sua vida com nostalgia, carinho e boas doses de ironia e humor.

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