Os meus olhos já não dizem o que sou
O meu corpo é desfeito em cada toque de silêncio,
em cada faca na garganta guilhotina de palavra
que sangra por lembranças
De esperança já não falo
hoje o que sou,falho
Não sou nada:
falo porque é o que me sobra
Amo para sentir transbordar
o que a vida sempre me esgota
